quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Sua Fonte

Beba das águas da sua cisterna, das águas que brotam do seu próprio poço … Seja bendita a sua fonte! Alegre-se com a esposa da sua juventude. Gazela amorosa, corça graciosa; que os seios de sua esposa sempre o fartem de prazer, e sempre o embriaguem os carinhos dela. Provérbios 5:15, 18-19

O silêncio na mesa de jantar de Vagner e Sabrina era mais ruidoso que qualquer discussão. Entre eles, havia um abismo de rotina e cansaço. As conversas, antes cheias de sonhos e risadas, agora se resumiam a relatórios sobre a execução das tarefas diárias. 

Vagner, um engenheiro sobrecarregado, encontrava refúgio nas horas extras no escritório. Sabrina, que havia pausado sua carreira de designer para cuidar dos filhos, encontrava consolo nas conversas de seus grupos de mães online. Ambos estavam sedentos, mas buscavam água em fontes distantes. Suas fontes, um dia límpidas e borbulhantes, estavam se tornando turvas pela negligência.

A crise silenciosa chegou ao auge em uma noite de sexta-feira. Vagner chegou tarde, mais uma vez, e encontrou Sabrina adormecida no sofá, o celular caído ao seu lado. Ele olhou para ela. Viu as linhas de cansaço em seu rosto, a mesma mulher por quem ele se apaixonou na faculdade, havia perdido seu brilho sob o peso do dia a dia. E sentiu uma pontada de culpa. Ele não estava sendo justo.

No dia seguinte, ele cancelou seus compromissos e fez algo que não fazia há anos. Chamou Sabrina para um café, só os dois.

“Sinto que estamos nos tornando sócios, não um casal”, ele confessou, a vulnerabilidade em sua voz surpreendendo a ambos. “Estou cansado, Sabrina. Mas estou, principalmente, com sede. Sede do que a gente tinha.”

Sabrina o olhou, e as barreiras que ela havia construído em seu coração começaram a ruir. 

Eu também, Vagner. Eu também.”

Naquele dia, eles tomaram uma decisão. Decidiram “beber água da sua própria cisterna”.

Começaram com pequenos gestos. Vagner passou a deixar o trabalho no horário, recusando a cultura de excesso que o afastava de casa. A primeira noite em que ele chegou para o jantar foi estranha, quase formal. Mas então, ele começou a perguntar sobre o dia dela, não sobre as tarefas, mas sobre os sentimentos dela.

Sabrina, por sua vez, fez um esforço para ver Vagner não apenas como o provedor, mas como o homem que ela amava. Ela lhe enviou uma mensagem no meio do dia, não com uma lista de compras, mas com uma foto antiga deles, do início do namoro, com a legenda: “Lembrei de nós.”

Eles declararam uma “zona livre de telas” após as nove da noite. Em vez de se perderem em seus próprios mundos digitais, eles se sentavam na varanda. No início, o silêncio era desconfortável. Mas então, começaram a conversar. Sobre medos, sonhos, sobre as coisas engraçadas que as crianças fizeram. O manancial que parecia seco começou a jorrar novamente.

O ponto de virada foi sutil. Certa noite, Vagner estava frustrado com um problema no trabalho. Seu primeiro instinto foi se isolar, remoer a raiva. Em vez disso, ele compartilhou com Sabrina. Ela não lhe deu uma solução técnica, mas o ouviu com uma empatia que acalmou sua alma. Seus seios, seu abraço, eram a fonte de um consolo que o satisfazia em todo o tempo. Ele se sentia atraído não apenas pelo corpo dela, mas pelo refúgio que ela representava.

O amor deles não era mais o amor frenético da juventude, mas algo mais profundo, mais resiliente. Era um amor regado pela escolha diária de se voltarem um para o outro.

Alguns meses depois, um colega de trabalho, recém-divorciado, desabafou com Vagner.

“A paixão acabou, cara. Virou rotina. Fui procurar lá fora o que não tinha mais em casa.”

Vagner olhou para o amigo com uma compaixão nascida da experiência. Ele pensou em quão perto esteve daquele mesmo abismo.

“O problema”, disse Vagner, com uma sabedoria que não sabia que possuía, “é que a gente passa a vida procurando fontes novas, exóticas. E não percebe que a fonte mais pura, a que realmente mata a sede, é aquela que já está no nosso quintal. A gente só precisa cuidar dela.”

Naquela noite, ao chegar em casa, ele encontrou Sabrina dançando na cozinha com as crianças. Ela sorriu para ele por cima do ombro dos filhos, e naquele sorriso, ele viu a mesma mulher de sua juventude. E ele se sentiu o homem mais rico do mundo, perpetuamente atraído pelo amor que ele quase deixou secar.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Preocupações

A preocupação é algo natural para o ser humano,

Todos se preocupam sobre o que vai acontecer.

Todos desejam saber como o seu futuro será,

Todos querem estar preparados para o amanhã.

 

Esta busca pela preparação pode gerar ansiedade,

A mente é preenchida com imaginações infinitas.

Cada um cria dentro de si todos os tipos de cenários,

Cada pessoa imagina tudo o que pode acontecer.

 

Estas imaginações se convertem em um tipo de medo,

Elas se enraízam no coração e produzem angústia.

A pessoa se preocupa todo o tempo; não há descanso.

Ela fica agitada, inquieta e sem saber o que fazer.

 

E na maioria das vezes, a preocupação é inútil,

Pois são coisas que ninguém sabe se vão acontecer.

Vive-se um sofrimento antecipado e sem sentido,

Um sofrimento baseado apenas na expectativa.

 

É preciso ajuda para se libertar da ansiedade,

A pessoa deve olhar para o alto e pedir socorro.

Ela deve se lembrar daquele que controla tudo,

Deve se lembrar de que há um Deus todo-poderoso.


Este Deus é capaz de aliviar esta pesada angústia,

Ele retirará a preocupação, o medo e a ansiedade.

A pessoa voltará a viver em paz consigo mesma,

Ela voltará a sorrir e poderá ter fé num futuro melhor.

 

O Senhor traz uma paz inexplicável e duradoura,

Ainda que o destino se mostre totalmente incerto.

Deus acalma o coração dando-lhe confiança,

Dando-lhe uma grande esperança em meio ao caos.

 

Sempre que a pessoa pensar em se desesperar,

Ela recordará que não há motivos para isso.

A pessoa entregará suas ansiedades para o Senhor,

E descansará esperando sua ação maravilhosa.


Este poema é parte do livro Palavras de fé.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/4N7vKo

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Casal que se ajuda

O casal deve sempre se ajudar,

Um ao outro, eles devem se apoiar.

Juntos na fé em Deus, eles vão se fortificar,

Assim, todos os desafios, eles irão enfrentar.

 

Quando um dos dois estiver entristecido,

O outro deve dizer uma palavra de carinho.

Algo que seja para o outro se animar,

Para que ele possa novamente se firmar.

 

O homem que estiver se sentindo fraco,

Precisa de sua esposa ao seu lado.

Em muitas coisas, ela poderá ajudar,

Por fases difíceis, juntos, poderão passar.

 

A mulher quando se sentir abatida,

Precisa do homem de sua vida.

Tudo o que acontecer, juntos, eles vão passar,

Com a ajuda de Deus, os obstáculos, vão superar.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume IV.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

O Gosto do Absinto

Meu filho, dê atenção à minha sabedoria, incline os ouvidos para perceber o meu discernimento. Assim você manterá o bom senso, e os seus lábios guardarão o conhecimento. Pois os lábios da mulher imoral destilam mel; sua voz é mais suave que o azeite, mas no final é amarga como fel, afiada como uma espada de dois gumes … Você dirá: “Como odiei a disciplina! Como o meu coração rejeitou a repreensão! Não ouvi os meus mestres nem escutei os que me ensinavam. Cheguei à beira da ruína completa, à vista de toda a comunidade”. Provérbios 5:1-4, 12-14

Meu nome é Fernando, e esta é a autópsia de uma vida. Eu gemo agora, no final, não de dor física, mas de algo mais profundo. É o som de uma alma consumida por dentro. Minha carne e meu corpo se foram, não por uma doença, mas por uma escolha. Uma escolha que começou com o sabor de mel e terminou com o gosto amargo do absinto.

Tudo começou num happy hour, seis meses atrás. A vida andava morna. O casamento com a Paula, bom e estável, havia se tornado previsível. O trabalho, seguro, mas sem paixão. E então, surgiu Rebeca, a nova analista do meu time. Ela ria de todas as minhas piadas. Seus lábios, como diz o livro que eu costumava ler, destilavam mel.

“Você é tão subestimado aqui, Fernando”, ela me disse naquela noite, sua voz mais suave que o azeite. “Eles não veem o seu brilho.”

Suas palavras eram um bálsamo para o meu ego adormecido. Paula me amava, eu sabia, mas ela conhecia minhas falhas, minhas inseguranças. Rebeca via apenas o brilho que ela mesma inventou.

O flerte se tornou um almoço secreto. O almoço se tornou um café no final da tarde. Cada passo parecia pequeno, inofensivo. Eu dizia a mim mesmo que era apenas amizade, que eu tinha o controle. Ignorei a sabedoria que meu pai me ensinou, a instrução que ecoava de um passado distante. Eu me afastei do entendimento.

O caminho dela era instável, e eu não o conhecia. Ela vivia em um mundo de emoções intensas e gratificação instantânea. E eu, tolo, mergulhei de cabeça. A primeira vez que a traí fisicamente, senti uma onda de culpa, mas também uma onda de poder. Eu havia cruzado uma linha e nada de terrível havia acontecido.

Mas o fim dela, como diz o provérbio, é amargo como o absinto. A doçura inicial começou a azedar. O flerte se tornou cobrança. A admiração se tornou ciúme. A excitação se tornou ansiedade. Eu vivia com o celular no modo silencioso, o coração disparando a cada notificação. Meus pés desciam para a morte – a morte da minha paz, da minha integridade. Cada passo meu me levava para a sepultura do engano.

A espada de dois gumes, afiada, cortou para todos os lados. Cortou minha relação com Paula. Ela começou a sentir minha distância.

“Você está longe, Nando. O que aconteceu?”, ela perguntava, e cada pergunta era uma tortura. Cortou minhas finanças, com os presentes caros e jantares secretos para manter Rebeca satisfeita. Cortou minha performance no trabalho, minha mente sempre dividida, exausta.

E, por fim, a espada se virou contra mim. Paula descobriu. Não com uma cena de novela, mas com uma tristeza silenciosa que foi mil vezes pior. Encontrou as mensagens. O castelo de mentiras que eu construí ruiu sobre mim.

Agora, estou aqui, neste apartamento alugado que cheira a solidão. O divórcio levou metade do meu patrimônio. A promoção que eu tanto almejava foi para outra pessoa, pois meu “brilho” havia se apagado. Rebeca? Ela me culpou pelo desastre e desapareceu, provavelmente em busca de outro “homem brilhante” para se encantar.

Eu odeio a disciplina e minha alma despreza a repreensão. Eu me pergunto: “Como cheguei a este ponto?”. E a resposta é simples e terrível. Cheguei aqui porque, por um momento de doçura, vendi toda a minha honra.

E o gosto que fica na boca, no final, não é o do mel. É o gosto amargo do arrependimento. O gosto do absinto.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

A internet

A internet é uma ferramenta poderosa,

Pode ser usada de várias formas.

Pode ser usada para espalhar o adultério,

Mas pode ser usada para anunciar o evangelho.


Algo sobre Deus, alguém pode postar,

Para que alguém veja e possa se alegrar.

Na rede, a palavra de Deus vai se espalhar,

Para lugares distantes, o nome de Jesus, vamos levar.


Com as redes sociais, o mundo pode ser alcançado,

Através das redes sociais, o evangelho será anunciado.

Serão feitas grandes correntes de louvor,

Haverá mais pessoas conhecendo o Senhor.


Eles conhecerão quem foi Jesus Cristo,

Saberão da cruz e de seu grande sacrifício.

Muitos terão acesso à sua verdade,

Com Jesus, muitos irão rumo à liberdade.


Pela grande rede, vamos juntos evangelizar,

O nome de Deus, muitos irão adorar.

Em todo o mundo, muitas conquistas acontecerão,

Em Cristo, muitas pessoas acreditarão.

E terão a chance de receber a salvação.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume IV.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

A queda do ser humano e a sua salvação

O primeiro homem foi criado segundo a divina perfeição,

Deus o fez puro e limpo, para morar em sua habitação.

Logo Deus viu que o homem estava em grande solidão,

Deus fez a companheira perfeita para aquecer seu coração.


Eles sempre estavam na presença do Senhor,

Para todas as necessidades, Deus era o provedor.

Não havia nada mais que pudessem querer ou desejar,

A grandeza de Deus estava plena em todo aquele lugar.


O mais astuto dos animais, a serpente, falou com a mulher,

Disse palavras doces e agradáveis, e ela teve fé.

A mulher comeu o fruto e deu ao homem para comer,

Ambos perceberam que estavam nus e foram se esconder.


Este pecado tornou o ser humano corrupto e impuro,

A partir desse momento, todos seriam imundos.

Todos os humanos estavam distantes do Senhor,

O pecado do ser humano o separa do Criador.


Para a reconciliação foi preciso um grande sacrifício,

Deus castigou o pecado em seu Único Filho.

Jesus levou sobre si os pecados de toda a humanidade,

Esse gesto de amor deu a todos uma nova oportunidade.


A partir do sacrifício de Jesus, os pecadores foram justificados,

O sangue da cruz limpa e apaga todos os pecados.

Pela graça de Deus, os humanos ficaram livres da condenação,

Pelo grande amor do Pai, eternamente, os escolhidos viverão.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume VI.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/bWAaeq

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

As Fontes da Vida

Meu filho, escute o que lhe digo; preste atenção às minhas palavras … Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida … Afaste da sua boca as palavras perversas … Olhe sempre para a frente … Veja bem por onde anda  … Não se desvie nem para a direita nem para a esquerda; afaste os seus pés da maldade. Provérbios 4:20,23-27

Isabela desabou no estacionamento da empresa. As chaves do carro caíram de sua mão trêmula, e ela ficou ali, encostada na porta, com o peito ofegante, incapaz de dar mais um passo. Não era um ataque cardíaco. Era algo pior. Era o vazio absoluto. Aos trinta e cinco anos, como diretora de marketing de uma multinacional, ela havia alcançado tudo o que sonhou. E se sentia morta por dentro. O diagnóstico oficial foi Síndrome de Burnout.

O médico lhe deu uma licença de três meses e um conselho: “Você precisa se reconectar com o que realmente importa.”

As primeiras semanas foram um borrão de sono e apatia. Seu mundo, antes regido por metas, prazos e reuniões, agora era um silêncio ensurdecedor. Foi quando ela encontrou um velho diário de sua avó. Na primeira página, escrita com uma caligrafia elegante, estava a passagem de Provérbios 4: “Acima de tudo, guarde o seu coração…”

Aquelas palavras, que ela já ouviu na infância, soaram diferentes. Eram um diagnóstico mais preciso do que o do médico. Ela percebeu que seu esgotamento não era apenas profissional; era espiritual. Suas fontes da vida haviam secado. E, com a ajuda de um terapeuta cristão, ela começou a jornada de identificar os vazamentos.

O terapeuta lhe pediu para listar o que ela “consumia” diariamente. Isabela percebeu que seu coração era um funil aberto para a ansiedade do mercado, a inveja das conquistas alheias no LinkedIn, a amargura de rivalidades corporativas e o medo constante de não ser boa o suficiente. Ela não guardava seu coração; ela o deixava ser um depósito de lixo tóxico. Sua primeira tarefa foi fazer uma “faxina”: parou de seguir perfis que lhe causavam angústia, cortou conversas tóxicas e começou a preencher as manhãs não com e-mails, mas com oração e leitura.

A segunda pergunta do terapeuta foi igualmente impactante: 

“Como você fala sobre seu trabalho e seus colegas?”

Isabela se deu conta de que sua linguagem era dominada pelo sarcasmo, pela reclamação e pela fofoca. Ela unia as pessoas em torno da crítica, não do encorajamento. Como parte de sua cura, ela se impôs um desafio: passar uma semana inteira sem reclamar de nada nem de ninguém. Foi excruciante no início, mas aos poucos, ela sentiu seu ambiente interno se acalmar.

Seu terapeuta notou que ela vivia remoendo erros do passado: “eu deveria ter feito aquele projeto de outra forma” ou paralisada pela ansiedade do futuro: “e se eu não bater a meta do próximo trimestre?”. Seus olhos espirituais estavam vesgos, nunca focados no presente. A tarefa foi praticar a gratidão diária, forçando seus olhos a enxergarem o que estava hoje à sua frente: o sorriso de seu filho, o calor do sol, uma refeição saborosa.

O passo final foi reavaliar suas escolhas diárias. Ela percebeu que seus “pés” a levavam por caminhos que drenavam sua energia. As noites em claro trabalhando em projetos que ninguém havia pedido, os almoços de networking com pessoas que a esgotavam, a recusa em tirar férias por medo de parecer “substituível”. Ela começou a tomar decisões deliberadas: sair do escritório no horário, agendar tempo de qualidade com a família, dizer “não” a compromissos que não se alinhavam com seus novos valores. Ela estava, literalmente, ordenando seus caminhos.

Ao final dos três meses, Isabela era outra mulher. Ela não havia encontrado uma solução mágica, mas sim um novo conjunto de disciplinas. Ela voltou a trabalhar, mas não da mesma forma. Delegou mais, confiou mais, controlou menos. Sua equipe, que antes a temia, começou a admirá-la. Sua produtividade, paradoxalmente, aumentou.

Numa tarde, um colega, vendo-a sair no horário, comentou:

“Você parece diferente, Isa. Mais leve. Qual o segredo?”

Isabela sorriu, um sorriso genuíno que não exibia há anos.

“Nenhum segredo”, respondeu. “Só aprendi a cuidar da fonte. O resto é consequência.”

Ela entrou em seu carro, não mais sentindo o peso do mundo, mas a leveza de um coração que estava sendo bem guardado. As fontes da vida, antes secas, começavam a jorrar novamente.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Precisando de ajuda

Há muitas pessoas precisando de ajuda,

Pessoas que passam por grandes lutas.

Lutas internas que fazem a pessoa desanimar,

Conflitos que fazem a pessoa se desvalorizar.


A pessoa não consegue se levantar,

A dificuldade vem e ela quer se entregar.

Tudo o que surge em sua vida, ela quer aceitar.

Chegam propostas que prometem melhorar.

A pessoa está fraca e, qualquer coisa, vai aceitar.


Nessa hora, a pessoa pode entrar na perdição,

Nessa fase surgem: o álcool, as drogas e a prostituição.

A pessoa se entrega à uma vida desenfreada,

Nesse caminho doloroso, em breve, estará acabada.


Este é o momento para o verdadeiro cristão aparecer,

Uma palavra de vida, o cristão verdadeiro, vai oferecer.

Uma vida nova com Deus, irá apresentar,

Um mundo novo e cheio de possibilidades, vai mostrar,

Ele mostrou ao perdido a chance de se salvar.


Para a mudança começar, a pessoa precisa aceitar,

Nos braços amorosos de Jesus, ela precisa se lançar.

Com a entrega ao Senhor, sua vida se transformará,

Onde havia somente tristezas, a alegria reinará.

Após a mudança, um novo tempo de vida se iniciará.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume VI.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/bWAaeq

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Obediência

Obediência é o que Deus sempre deseja,

Um verdadeiro cristão, Ele quer que você seja.

Ele quer um coração justo e verdadeiro,

Obedecendo ao Senhor o tempo inteiro.

 

Obedecer não é uma coisa para se brincar,

É algo que sempre se deve buscar.

Deve-se fazer sempre o que Deus mandar,

A vontade do Senhor, não se pode negar.

 

Obedecer a Deus não é só dizimar,

É uma vida diferente que se deve mostrar,

Dedicar todo o seu caminho ao Senhor,

Sendo um exemplo de pureza e verdade,

Sendo uma pessoa diferente na comunidade.

 

É preciso ser uma pessoa modificada,

Tendo a sua vida mundana renegada.

Mostrando a Deus sua submissão,

Sempre aceitando o plano do Senhor,

Mostrando disposição no coração.

 

Não adianta nada fingir obediência,

Pois assim, estará vivendo de aparência.

Estará vivendo preso em uma máscara.

Demonstrando aos outros só a casca.

 

Viver com Deus, é viver a verdade,

Sempre demonstrando lealdade.

Mostrando que é uma pessoa diferente,

Uma pessoa fervorosa e obediente,

E não só mais um que se diz crente.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume III

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

A Luz e o Atalho

A vereda do justo é como a luz da alvorada, que brilha cada vez mais até à plena claridade do dia. Mas o caminho dos ímpios é como densas trevas; nem sequer sabem em que tropeçam. Provérbios 4:18-19

Cleber e Sidnei entraram na faculdade de Direito no mesmo dia, com os mesmos sonhos e a mesma ansiedade de calouros. Sentaram-se lado a lado na primeira aula, ambos vindos de cidades pequenas, ambos determinados a vencer na metrópole. Mas ali, naquele ponto de partida, seus caminhos começaram a se separar, como dois rios que nascem da mesma montanha, mas correm para oceanos diferentes.

Cleber escolheu o caminho da luz da aurora. Seu progresso era lento, quase imperceptível. Ele passava horas na biblioteca, debruçado sobre livros pesados, enquanto os outros estavam em festas. Ele fazia questão de citar suas fontes corretamente nos trabalhos, mesmo que isso lhe custasse mais tempo. Ele ajudava os colegas que tinham dificuldade, compartilhando suas anotações, acreditando que o conhecimento crescia quando era dividido. Seu brilho não era o de um holofote, mas o da primeira, pálida e teimosa luz que anuncia o amanhecer. Muitos o consideravam certinho demais, um pouco lento.

Sidnei escolheu o caminho do brilho instantâneo. Ele era a escuridão disfarçada de luz. Descobriu rapidamente os atalhos: os trabalhos prontos na internet, as respostas compartilhadas em grupos secretos durante as provas online, a arte de bajular os professores certos. Ele não estudava, “hackeava” o sistema. Conseguiu um estágio em um grande escritório não por mérito, mas por uma indicação conseguida com uma mentira. Seu sucesso era ofuscante e rápido. Ele era popular, admirado, o exemplo do “vencedor”.

Ao longo dos cinco anos de curso, a diferença se tornou gritante. Sidnei parecia estar sempre à frente, conseguindo as melhores notas com o mínimo esforço, frequentando os círculos mais influentes. Cleber, por sua vez, seguia seu ritmo constante. Suas notas eram boas, fruto de trabalho duro. Sua reputação não era de brilhantismo, mas de confiabilidade. Sua luz, ainda suave, começava a ganhar força e calor, e as pessoas certas começavam a notá-la.

O dia perfeito para Cleber e o grande tropeço para Sidnei aconteceram no exame da Ordem, a prova que definiria suas carreiras.

Cleber se preparou com a mesma diligência de sempre. Meses de estudo disciplinado. Ele chegou para a prova sentindo-se não arrogante, mas preparado. Sua mente estava clara, o caminho à sua frente, iluminado pelo conhecimento que ele havia construído, tijolo por tijolo.

Sidnei, acostumado com os atalhos, tentou seu truque final. Conseguiu um ponto eletrônico, um esquema arriscado para receber as respostas. Ele entrou na sala de exame não com o conhecimento na mente, mas com o medo no coração. Ele andava na escuridão, dependendo de uma tecnologia frágil e de cúmplices invisíveis.

No meio da prova, o sistema de detecção de fraudes foi acionado. Fiscais se aproximaram silenciosamente da mesa de Sidnei. O pânico gelou suas veias. Ele não soube como, nem por quê. Ele tropeçou na escuridão que ele mesmo havia criado. A humilhação de ser retirado da sala sob os olhares de todos foi a culminação de uma jornada de cinco anos construída sobre a fraude. Ele nem sabia em que havia tropeçado, pois na escuridão, o obstáculo é sempre invisível até a queda.

Meses depois, Cleber, já com sua carteira da Ordem em mãos, começou a trabalhar em um pequeno, mas respeitado, escritório de advocacia. Seu caminho estava apenas começando, mas a luz da aurora agora era forte, clara, e o dia à sua frente prometia ser perfeito em sua retidão.

Um dia, ele recebeu uma mensagem de um número desconhecido. Era Sidnei.

“Parabéns, cara. Fiquei sabendo. Você mereceu.” A mensagem continuava: “Eu não sei onde errei. Parecia tudo tão fácil.”

Cleber olhou pela janela de sua pequena sala. O sol da manhã banhava a cidade. Ele digitou a resposta, não com orgulho, mas com uma compaixão profunda:

“O erro, Sidnei, não foi em um único passo. Foi no caminho que escolhemos. O seu prometia um atalho na escuridão, o meu, uma longa caminhada em direção à luz.”

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Sansão

Desde o ventre da mãe, ele foi escolhido,

Para ser servo de Deus, ele foi ungido.

Para que tudo em sua vida fosse cumprido,

Um voto ao Senhor foi exigido.

 

Sua mãe necessitou se preservar,

Nem bebida, nem impureza, ela podia provar.

O cabelo de seu filho, ela não poderia cortar.

O povo de Israel, ele iria libertar.

 

De uma estéril, Sansão nasceu,

Um homem muito forte cresceu.

Ele era mais forte que todos,

Sansão foi um libertador para o povo.

 

A todos os filisteus, ele desafiava,

Em todas as batalhas, ele ganhava.

Contra ele, ninguém podia fazer nada.

Com Sansão, a mão de Deus estava.

 

Por uma mulher filisteia, Sansão se encantou,

Contra seus pais, um casamento, ele marcou.

Durante da festa, um grande enigma, ele falou,

Uma grande recompensa, ele prometeu.

Em toda aquela terra, ninguém resolveu.


A noiva de Sansão foi ameaçada,

Ela foi até Sansão implorar pela resposta.

Ele ficou muito angustiado e o segredo contou.

Para o seu povo, a mulher disse a solução,

E finalmente o enigma foi respondido a Sansão.

 

Sansão cumpriu com o seu combinado,

E todo aquele povo foi recompensado.

O casamento com sua noiva, ele não quis continuar,

Ela foi entregue a outro em seu lugar.


 Por uma prostituta, Sansão se apaixonou,

Seu nome era Dalila, e seu amor, Sansão jurou.

Dalila foi subornada para descobrir seu segredo,

Ela tentou de várias formas, mas Sansão era esperto.

 

Por muitos dias, Dalila atormentou Sansão,

E ele deu a conhecer a sua bênção.

O seu cabelo, aquela mulher cortou.

Daquele dia em diante, o Senhor o deixou,

Pelos filisteus, seus olhos foram arrancados,

No palácio dos filisteus, ele foi escravizado.

 

Pelos filisteus, Sansão foi humilhado,

No meio do povo, foi ridicularizado.

Sansão pela última vez clamou ao Senhor,

E ao seu clamor, o Senhor escutou.


No meio do palácio ele se colocou,

Os pilares centrais, Sansão empurrou.

Com a força de Deus, ele os derrubou,

Todos os príncipes foram destruídos,

Sansão morreu realizando seu último pedido.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume III

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Os primeiros pecados

Através de Ti, tudo foi feito,

Todas as coisas foram criadas.

Formando assim um mundo perfeito.


E neste mundo, o Senhor fez o homem habitar.

E o homem estava muito só.

Deus deu a ele uma companheira,

Feita de parte do primeiro pó.

A companheira, o homem deve amar e cuidar.

Para que juntos possam se ajudar.


Mas no paraíso, houve uma intrusa,

Uma serpente com palavras enganosas, os seduziu,

Pecaram contra o Senhor e tiveram muito temor.

Deus logo os descobriu e do paraíso, os baniu.


Do paraíso foram expulsos e lançados na terra.

Vieram para nosso mundo, onde há fome e guerra.

A primeira batalha foi na própria família,

De Abel, Caim retirou a vida.


Ele o matou e tentou se esconder.

Mas o Deus soberano de tudo podia saber.

Caim foi amaldiçoado e sua terra não pode produzir.

Ele se afastou do Senhor.

E pelo resto de sua vida, seguiu a fugir.


Este poema é parte do livro Poesia Cristã volume I.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

A Herança do Coração

Ouçam, meus filhos, a instrução de um pai; estejam atentos, e obterão discernimento. O ensino que lhes ofereço é bom; por isso não abandonem a minha instrução … Apegue-se à instrução, não a abandone; guarde-a bem, pois dela depende a sua vida. Não siga pela vereda dos ímpios nem ande no caminho dos maus. Evite-o, não passe por ele; afaste-se e não se detenha. Pois eles não conseguem dormir enquanto não fazem o mal; perdem o sono se não causarem a ruína de alguém. Pois eles se alimentam de maldade, e se embriagam de violência. Provérbios 4:1-2, 13-17

A voz de Elias já era um sussurro frágil, mas suas palavras tinham o peso de uma vida inteira. Do seu leito, cercado pelo cheiro de remédios e velhice, ele segurou a mão de seu filho, Rodrigo, e apontou para o neto, Luan, um adolescente de quinze anos que olhava para o celular no canto do quarto.

“Rodrigo”, sussurrou Elias. “O mundo lá fora… é o mesmo de sempre. As armadilhas só mudam de cor. Faça-o entender. A sabedoria que te dei… passe a ele. É a única herança que importa.”

Rodrigo engoliu em seco. Ele se lembrava de seu pai dizendo essas mesmas coisas para ele anos atrás. Naquela época, as palavras pareciam abstratas. Hoje, ele entendia cada sílaba. Ele era o elo do meio, o homem que havia recebido a herança e lutado para não perdê-la.

O problema era Luan. Um bom garoto, mas que estava sendo seduzido pelos “caminhos dos maus” em sua versão século XXI. A maldade não o convidava para assaltar um viajante, como no provérbio. Ela o convidava para algo mais sutil.

Na escola, a popularidade pertencia ao grupo de Valentim, jovens que encontravam poder na humilhação. Seu “pão da impiedade” era o cyberbullying. Eles não dormiam se não fizessem o mal: criavam memes cruéis, espalhavam boatos em grupos de WhatsApp e filmavam pegadinhas humilhantes para postar online. Luan, desesperado para ser aceito, começou a rir junto, a compartilhar, a se tornar cúmplice.

“Isso é só brincadeira, pai. Todo mundo faz”, ele dizia a Rodrigo, quando confrontado.

Rodrigo tentava usar as palavras do avô. “Filho, quando você ama a sabedoria, ela te guarda. Não ande com eles. Esse caminho parece divertido, mas o fim dele é a amargura.”

Para Luan, aquilo era sermão. Um discurso desconectado de sua realidade.

Uma semana após a morte de Elias, Rodrigo encontrou Luan no quarto, exultante.

“Pai, olha isso! O Valentim me chamou pra andar com eles! Vão me aceitar no grupo!”

O coração de Rodrigo gelou. Ele sabia o que aquilo significava. Valentim havia dado um “teste” a Luan: ele deveria ser o responsável por filmar a próxima “brincadeira”. O alvo era Samuel, um garoto tímido e estudioso.

Naquela noite, Rodrigo não conseguiu dormir. Ele se viu impotente. Gritar não adiantaria. Proibir só aumentaria a rebeldia. Ele orou a Deus, pedindo a sabedoria que seu pai tanto falava.

Na manhã seguinte, em vez de dar outro sermão, Rodrigo chamou Luan para ir à sua oficina de restauração de móveis. Ele pegou um velho baú de madeira, o primeiro móvel que seu pai, Elias, lhe ensinou a fazer.

“Seu avô me deu isso quando eu tinha sua idade”, disse Rodrigo, passando a mão na madeira gasta. “Ele disse que dentro dele estava a minha herança.”

Luan revirou os olhos, esperando um discurso. Mas Rodrigo apenas abriu o baú. Dentro, não havia nada de valor. Apenas cartas antigas, fotos amareladas e uma pequena Bíblia com a capa de couro puída.

Rodrigo pegou uma carta.

“Eu também tive o meu Valentim”, disse ele, surpreendendo o filho. “O nome dele era Ricardo. Ele me convidou para participar de um esquema para roubar peças de carros no depósito onde eu trabalhava. Era o caminho fácil. Eu estava quase indo.”

Ele fez uma pausa, olhando para o rosto atento de Luan.

“Mas na noite anterior, seu avô me sentou aqui, nesta mesma oficina. Ele não gritou. Ele me contou como o próprio pai dele quase perdeu tudo por causa da desonestidade. Ele me falou sobre a vergonha, sobre a dor. Ele me deu a sabedoria que ele mesmo tinha recebido. Ele me fez escolher.”

Rodrigo pegou a pequena Bíblia.

“Ele me disse: ‘A sabedoria é a coisa principal, Rodrigo. Com tudo o que você possui, adquire o conhecimento.’ Eu escolhi ouvir. Ricardo foi preso um mês depois. Eu continuei aqui, com as mãos sujas de graxa, mas com a alma limpa.”

Ele olhou nos olhos do filho. “Luan, o que você vai fazer com o Samuel… não é brincadeira. É o mesmo caminho de Ricardo. É o pão da impiedade. Você está escolhendo de qual mesa vai comer.”

Rodrigo fechou o baú.

“A herança está aí. A sabedoria que seu avô me deu, agora eu te dou. A escolha é sua.”

Naquele dia, na escola, Luan viu Valentim e seu grupo cercando Samuel no pátio. O celular em seu bolso parecia pesar uma tonelada. Ele viu o medo nos olhos de Samuel e a crueldade divertida nos olhos de Valentim. E ele se lembrou do baú. Da herança.

Ele não se juntou à roda. Em vez disso, caminhou na direção oposta, foi até um professor e disse:

“Professor, estão mexendo com o Samuel. Acho que ele precisa de ajuda.”

Naquela noite, Luan encontrou seu pai na oficina. Ele não disse nada, apenas pegou uma lixa e começou a ajudar a restaurar uma cadeira antiga. O silêncio entre eles não era de tensão, mas de entendimento. Luan havia sido testado. E, no momento da decisão, ele escolheu. Ele abraçou a sabedoria e a herança do seu coração o guardou.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Cristo

Um dia andávamos todos espalhados.

Cada um seguia seu caminho.

Não havia companhia e nem ajuda.

Era um triste destino, seguíamos sozinhos.


Mesmo desunidos, muitos tinham esperança.

Esperavam por algo novo e renovado.

A fé os mantinha firmes e seguros.

Eles esperavam a nova aliança,

Que seria Aquele vindo direto do Senhor.


No tempo certo, Ele veio,

Muitos o reconheceram e o amaram.

Mas outros só lhe deram o desprezo.

Eles não criam em seus sinais e maravilhas,

E ainda buscavam pegá-lo em armadilhas.


Mas que força tem o homem perante o Senhor?

O que pode fazer contra Deus um pobre pecador?

Eles nada puderam fazer para detê-lo.

Jesus andava, curava, ensinava, resgatava.

E a fé dos seus discípulos aumentava.


Em meio aos de fé, um fraquejou.

E por pouco dinheiro, seu Senhor entregou.

O Justo, o Filho do Homem foi oprimido!

Como ovelha inocente, Ele foi levado ao matadouro.

E lá recebeu um terrível e doloroso castigo.


Nele não havia condenação alguma.

Os reis que o julgaram, não encontraram culpa.

Mas os “sábios” do povo não aceitaram,

E por conta própria o crucificaram.


Naquela cruz foram pagos os pecados,

Os meus, os seus e de todos nós.

Com o sacrifício extremo, a dívida foi paga.

E as almas dos pobres pecadores foram salvas.


Depois da dor e do sofrimento, chegou a morte.

Naquele momento, algo grande aconteceu.

A terra tremeu, o véu do santuário se rasgou,

Inquietação em todos os lugares,

O céu se escureceu.

Chorou-se muito por aquele que morreu.


Após três dias, Deus o resgatou.

Com seus anjos, fez a pedra rolar,

Seu filho unigênito e querido, Deus ressuscitou.

E aos seus, Jesus se mostrou e se deu a reconhecer,

Assim, os fiéis viram o poder de Deus.

Que para sempre a morte venceu.


Este poema é parte do livro Poesia Cristã volume I.

Apresentação

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Deus abençoe a todos nós. Criei este blog com o intuito de publicar meus poemas inspirados por Deus através de seu Espírito Santo, que age s...