segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Morte iminente

Estou nadando, mas sinto que vou me afogar,

Estou boiando sobre as águas, mas logo vou afundar.

Estou ficando fraco, já não posso mais me sustentar,

Meu corpo está debilitado, não posso continuar.


Estou sem forças, não consigo mais lutar,

Tudo indica que é o meu fim e não vou escapar.

Meus olhos se fecham, a luz, não consigo enxergar,

Não há mais o que fazer, minha morte vai chegar.


Estou afundando rapidamente, logo, não vou mais respirar,

As águas me puxam, no leito profundo, vão me sepultar.

Neste momento, não tenho esperanças de sobreviver,

Só espero afundar e morrer logo, sem muito sofrer.


Estou desacordado, minha vida está indo embora,

Todas as coisas estão terminadas, morrerei agora…

Algo aconteceu, alguém foi ao fundo me resgatar,

Está fazendo o seu melhor para me salvar.


Ele me tirou das profundas águas, está tentando me reanimar,

Sinto que ele até daria sua própria vida para me salvar.

Ele não desiste, ele insiste, ele não quer me perder,

Ele está se sacrificando por mim, para que possa viver.


Começo a acordar e vejo um homem sorrindo para mim,

Ele diz: “Você não vai morrer agora, esse não é o seu fim.”

Confuso, respondo: “Mas afinal, quem é você e por que fez tanto?”

Respondeu: “Sou Jesus e fiz tudo isso porque te amo.”


Fiquei pasmo com as palavras que falou,

Não podia acreditar que fui salvo pelo Grande Senhor.

Antes de tudo isso, pensava que, comigo, ninguém se importava,

Mas agora tudo era diferente, fui salvo por aquele que não esperava.


Jesus continuou falando muitas palavras de amor,

Dizia que era a vida, a paz, a misericórdia, o Salvador.

Ele me consolava, me tranquilizava, me acalmava,

A partir daquele momento, pude ver o quanto Jesus me amava,

E decidi que pelo resto da minha vida, guardaria aquelas palavras.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume VII.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/4j7Q52

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

O Semeador de Tempestades

O perverso não tem caráter. Anda de um lado para o outro dizendo coisas maldosas …  tem no coração o propósito de enganar; planeja sempre o mal e semeia discórdia. Por isso a desgraça se abaterá repentinamente sobre ele; de um golpe será destruído, irremediavelmente. Provérbios 6:12,14-15

No oitavo andar da “Da Vinci Design”, Marcelo era um artista. Sua arte, no entanto, não era a programação ou o design, mas a discórdia. Ele era um mestre da calamidade silenciosa.

Sua boca raramente era abertamente perversa. Ele preferia o veneno sutil da insinuação.

“Você ouviu o que a Julia falou do seu projeto?”, ele sussurrava para o William, sabendo que a Julia não havia dito nada. Ele se aproximava de um grupo, ouvia uma conversa e depois a recontava para outro, sempre com uma pequena e maliciosa distorção.

Sua maldade estava nos detalhes, na linguagem corporal. Ele piscava os olhos para um colega ao final de uma apresentação de outro, um sinal cúmplice de desdém. Ele arrastava os pés com impaciência teatral quando um “rival” falava em uma reunião. Ele fazia sinais com os dedos, pequenos gestos de deboche que apenas seus iniciados entendiam. Em seu coração, ele maquinava o mal o tempo todo, encontrando um prazer sombrio em criar pequenos incêndios e observar o caos.

Ele andava semeando brigas. A equipe de marketing, antes unida, agora estava dividida em facções que mal se falavam. Um projeto promissor foi sabotado porque Marcelo convenceu o programador de que o gerente de produto estava tentando roubar seus créditos. A confiança, a moeda mais valiosa de qualquer ambiente de trabalho, estava em ruínas, e ele era o falsificador.

Sua motivação era simples: ele acreditava que, em um ambiente de caos, onde todos estivessem ocupados se defendendo, seu próprio caminho para o topo seria mais fácil.

A calamidade, quando veio, foi repentina, sem aviso, e sem remédio.

A empresa implementou um novo sistema de comunicação interna, mais transparente e com todas as conversas arquivadas. Marcelo não deu importância; ele era mestre em cobrir seus rastros, em falar nas entrelinhas.

Seu erro foi subestimar a frustração que ele mesmo havia criado. Duas de suas vítimas, William e Julia, que ele havia colocado um contra o outro, finalmente decidiram conversar. Ao comparar as histórias, a teia de mentiras de Marcelo ficou clara. Em vez de uma confrontação direta, eles fizeram algo mais inteligente. Coletaram evidências. E-mails ambíguos, testemunhos de outros colegas que haviam sido envenenados por suas palavras.

Eles levaram o dossiê, silenciosamente, ao diretor de RH.

Na manhã de uma quinta-feira, Marcelo chegou ao trabalho, assobiando. Ele tinha acabado de plantar uma nova semente de discórdia, insinuando que o bônus de um colega era maior que o de outro. Ele se sentou em sua mesa, preparou seu café e foi chamado para a sala do diretor. Ele entrou, confiante, esperando talvez uma promoção.

Dentro da sala, estavam o diretor, o chefe de RH, William e Julia. Na mesa, uma pilha de impressões de suas próprias conversas e e-mails.

Não houve discussão. Não houve chance de manipulação. As evidências eram irrefutáveis. Ele foi quebrado de repente. O piscar de olhos arrogante deu lugar a uma palidez de choque. Seus pés, que antes arrastava com desdém, agora pareciam pregados no chão.

Ele foi demitido na mesma hora, escoltado por um segurança até sua mesa para pegar suas coisas. O homem que vivia de sussurros agora era o centro de um silêncio pesado e acusador. Todos o observavam, não com pena, mas com um amargo alívio.

Enquanto a porta do elevador se fechava, Marcelo percebeu a verdade terrível. Ele havia semeado tempestades para os outros, acreditando que ficaria seguro em seu abrigo. Mas, no final, a calamidade que ele tanto maquinou veio para ele, e não havia salvação, nem conserto, nem remédio para a ruína que ele havia construído com suas próprias mãos.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Vamos seguir

Vamos caminhar irmãos,

Vamos caminhar irmãs,

Vamos seguir firmes com Deus,

Para fazermos um novo amanhã.

Para este futuro começar,

Hoje mesmo, temos que trabalhar.


O trabalho será árduo e pesado,

Precisaremos ser muito fortes

Para resistirmos a todo pecado.

Resistindo também a tentação

E não contaminando o coração.


É preciso se concentrar no Senhor,

Das coisas más, devemos desviar

Deixando para trás o desejo pecador.

Somente para a cruz, devemos olhar,

Para que, o sangue, possamos enxergar.


O sangue é muito precioso,

É o sangue de Jesus Cristo.

O preço pago para salvar o povo.

É por esse sangue que vamos batalhar,

A glória de Deus, iremos mostrar.


Essa glória é manifesta trabalhando,

Quando as pessoas veem algo acontecer,

Elas percebem que tudo está mudando,

E no poder do Senhor, começam a crer.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume VII.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/4j7Q52

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Recomeçar

A vida é feita de escolhas e as escolhas nos levam a certos caminhos,

Algumas vezes caminhos bons, outras vezes caminhos meio sombrios.

Alguns caminhos nos levam ao sucesso e à nossa plena felicidade,

Outros caminhos só nos levam à tristeza e a grandes dificuldades.


Sair destes caminhos nem sempre será fácil ou haverá esta opção,

Pois alguns são tão tenebrosos que parecem nos levar a uma prisão.

Sentimo-nos presos, sem saber o que fazer para sair dali,

Ficamos desesperados, sem esperanças de voltar a sorrir.


Nesse estágio, os dias parecem tristes e sem nenhuma esperança,

Sentimos que a felicidade não existe mais, ela é só uma lembrança.

Isso nos deixa muito fracos e sem vontade de levantar e lutar,

Vivemos um sentimento de derrota e parece que nada vai mudar.


E no meio deste momento de tristeza alguém vem nos ajudar,

Jesus nos estende a mão e oferece um novo caminho para trilhar.

Um caminho com bênçãos que nem sequer poderíamos imaginar.

Ele derrama sua água sobre nós e um novo rio de vida irá brotar.


Após receber as bênçãos do Senhor, uma nova etapa vai iniciar,

Temos uma nova oportunidade para recomeçar.

Seguiremos o novo e maravilhoso caminho traçado pelo Senhor,

Que sempre estará ao nosso lado e nos guiará segundo seu amor.


Este poema é parte do livro A vida através das palavras.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O Campo das Abas Abertas

Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio! Até quando você vai ficar deitado, preguiçoso? … Quando se levantará de seu sono? Tirando uma soneca, cochilando um pouco, cruzando um pouco os braços para descansar, a sua pobreza o surpreenderá como um assaltante, e a sua necessidade lhe virá como um homem armado. Provérbios 6:6, 9-11

O universo de Emerson cabia na tela do seu notebook: vinte e três abas abertas no navegador. Havia um curso de marketing digital pela metade, um e-book sobre investimentos que ele nunca passou do primeiro capítulo, rascunhos de um projeto freelance para um cliente impaciente e, entre tudo isso, as verdadeiras ladras de seu tempo: redes sociais, fóruns de games e plataformas de streaming.

Ele era um designer gráfico talentoso, com um olhar aguçado para a estética. Mas seu talento estava soterrado sob camadas de inércia. Sua vida era uma série de começos entusiasmados e abandonos silenciosos. “Amanhã eu termino”, era o seu lema. “Só mais um episódio”, sua sentença diária. Ele vivia num ciclo de “dormir um pouco, trabalhar um pouco”, com as mãos cruzadas sobre o teclado.

Do lado de fora de sua janela, a vida pulsava. Ele observava, com uma pontada de inveja, o movimento incansável da cidade. Em seu parapeito, via as pessoas como formigas marchando em uma linha obstinada, cada uma carregando uma carga maior que ela mesma, movidas por um propósito invisível. Eram um espetáculo de compromisso que ele admirava, mas não imitava.

A pobreza, como um ladrão sorrateiro, começou a arrombar as portas de sua vida. Primeiro, foi a financeira. O cliente do projeto freelance, cansado de desculpas, cancelou o contrato. O aluguel atrasou. O cartão de crédito atingiu o limite.

Mas a pobreza mais cruel era a de outro tipo. Sua mesa, seu “campo”, estava cheia de “espinhos e urtigas” digitais: projetos abandonados, e-mails não respondidos, oportunidades perdidas. O “muro de pedras” de sua credibilidade estava em ruínas. Amigos pararam de indicá-lo para trabalhos. Sua própria confiança em sua capacidade começou a erodir.

A necessidade, como um homem armado, o confrontou numa terça-feira chuvosa. A energia de seu apartamento foi cortada por falta de pagamento. No escuro, com o notebook operando na bateria que se esvaía, o silêncio foi quebrado apenas pelo som de seu estômago roncando. Não havia mais para onde fugir, não havia mais “amanhã”.

Ele se sentou no chão frio e, pela primeira vez, encarou o reflexo de sua própria negligência. Ninguém era culpado. Nem a economia, nem a falta de oportunidades. A culpa era de suas escolhas, da sua constante rendição à inércia. Ele havia permitido que ladrões invisíveis — a procrastinação, a distração, a falta de disciplina — roubassem seu futuro, migalha por migalha.

Naquela noite, no escuro, ele se lembrou das formigas em sua janela. Da sua sabedoria silenciosa, da sua ética de trabalho implacável.

Na manhã seguinte, com a pouca bateria que lhe restava, ele não abriu as redes sociais. Abriu um novo documento e escreveu um e-mail para seu antigo cliente. Não deu desculpas. Apenas escreveu: “Eu falhei com você e com o projeto. Sei que é tarde, mas gostaria de terminar o trabalho, sem custo algum, apenas para honrar minha palavra.”

O cliente, surpreso, aceitou.

Foi o primeiro passo. Emerson começou a reconstruir o muro de sua vida, pedra por pedra. Começou a fechar as abas desnecessárias, a focar em uma tarefa de cada vez, a encontrar satisfação não no início de algo novo, mas na conclusão de algo antigo.

Não foi uma transformação mágica. Foi uma batalha diária, cansativa, contra seus próprios hábitos. Mas, a cada pequena vitória, a cada tarefa concluída, ele sentia seu campo sendo limpo. Os espinhos da procrastinação estavam dando lugar a um solo fértil, pronto para uma nova semeadura. A pobreza não havia desaparecido, mas o ladrão havia sido expulso de sua casa.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Libertando-se do peso

Muitas vezes carregamos muitas mágoas em nosso coração,

Carregamos todas as feridas como se fosse uma obrigação.

Vamos arrastando tudo isso por um longo e doloroso caminho,

E sem perceber, aos poucos, todo esse peso vai nos oprimindo.


O peso da mágoa se arrasta e nos leva a caminhar mais devagar,

Sentimos que estamos ficando cansados e não podemos avançar.

Este peso parece piorar a cada momento que vai sendo arrastado,

Quando percebemos, está tão pesado que não pode ser carregado.


Precisamos nos libertar de todo o peso e voltar à plena liberdade,

Precisamos olhar para frente e conseguir ver a nossa felicidade.

Mas só existe uma forma dolorosa para poder se libertar,

A única forma é deixar o orgulho, pedir perdão e perdoar.


O perdão irá nos libertar de todas as mágoas e ofensas passadas,

O perdão vai abrir uma nova e bela estrada, e devemos trilhá-la.

Não mais carregaremos nenhum fardo ou culpa em nossas vidas,

Poderemos viver bem, felizes, e estar em paz todos os nossos dias.


Este poema é parte do livro A vida através das palavras.

Apresentação

Apresentação

Deus abençoe a todos nós. Criei este blog com o intuito de publicar meus poemas inspirados por Deus através de seu Espírito Santo, que age s...