sexta-feira, 13 de março de 2026

Cristianismo moderno

O cristianismo está sendo modernizado,

E com sua modernidade vem o pecado.

Para alguns, tudo ocorre corretamente,

Mas este é um engano em suas mentes.

 

Na igreja, as doutrinas mundanas são colocadas,

As práticas dos pecadores são imitadas.

O pretexto para isso é que Jesus será pregado,

Fazem de tudo para justificar o que está errado.

 

Em alguns lugares, a música secular já se misturou,

Não é mais possível diferenciá-la do louvor.

Há muitas igrejas que o louvor parece ser um show,

Não é possível perceber a adoração do Senhor.

 

Existem templos que estão secularizados,

Onde os costumes dos pecadores são praticados.

Já existe até pastor que prega falando palavrão,

Alguns acham que é normal, é parte da pregação.

 

Existem líderes preocupados com o entretenimento,

Deixam tudo acontecer na igreja sem discernimento.

Muitos desses acontecimentos estão errados,

Levando os fiéis a um evangelho que não foi pregado.

 

Todos são levados ao evangelho da secularização,

Um evangelho baseado no ser humano e na emoção.

Desviando-se totalmente do que Jesus falou,

Indo pelo caminho que o ser humano indicou.


Neste caminho não existe possibilidade de salvação,

É o caminho que conduz a pessoa à condenação.

Somente o Evangelho de Cristo pode salvar,

Somente o Evangelho “antigo” pode libertar.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume V.

Veja o livro:

quarta-feira, 11 de março de 2026

Vigiando à Porta

Ouçam a minha instrução, e serão sábios. Não a desprezem. Como é feliz o homem que me ouve, vigiando diariamente à minha porta, esperando junto às portas da minha casa. Pois todo aquele que me encontra, encontra a vida e recebe o favor do Senhor. Mas aquele que de mim se afasta, a si mesmo se agride; todos os que me odeiam amam a morte”. Provérbios 8:33-36

A notícia da fusão da empresa caiu como um meteoro, e a lista de demissões que se seguiu foi a onda de choque. Nela, estavam dois nomes, lado a lado: Danilo e Gilson. Ambos com mais de quinze anos de casa, ambos no auge de suas carreiras, ambos com famílias e financiamentos. Ambos, em um piscar de olhos, desempregados.

Naquela noite, a casa de Gilson foi preenchida pelos sons da morte. Não a morte física, mas a morte da esperança.

“Acabou!”, ele gritava para a esposa, que tentava acalmá-lo. “Anos de dedicação jogados no lixo! Eles me traíram! Eu odeio essa empresa, odeio essa cidade!”

Ele passou a noite bebendo, amaldiçoando sua sorte, mergulhando em um poço de autopiedade e raiva. Ele odiava a recomendação que lhe dizia para ter calma, para confiar. Para ele, a sabedoria era uma piada de mau gosto diante da brutalidade da vida.

Na casa de Danilo, o silêncio também era pesado, mas não era o silêncio do desespero. Era o silêncio da dor processada em oração. Ele abraçou sua esposa, chorou, permitiu-se sentir o peso do golpe. Mas, em meio à sua angústia, ele fez uma escolha. Ele decidiu “vigiar às portas da sabedoria”.

Na manhã seguinte, enquanto Gilson ainda dormia, afogado em sua ressaca de amargura, Danilo se levantou antes do sol. Ele não tinha um escritório para ir, mas criou uma nova rotina. Passou a primeira hora do dia lendo a Bíblia e orando, não pedindo um emprego milagroso, mas pedindo clareza, força e direção. Ele estava, metaforicamente, esperando na porta pela entrada da Sabedoria.

Gilson passou as semanas seguintes mergulhado em sua própria alma violentada. Rejeitava as ligações de amigos, passava os dias de pijama, assistindo a noticiários que só alimentavam sua raiva do mundo. Ele se tornou uma fonte de amargura, e sua família começou a se afastar da nuvem tóxica que ele se tornou. Ele amava a morte de seu próprio espírito.

Danilo, por outro lado, começou a agir. Ele atualizou seu currículo. Fez uma lista de todas as suas habilidades. Ligou para seus contatos, não para se lamentar, mas para pedir conselhos e indicações. Ele se matriculou em um curso online para aprender uma nova linguagem de programação. Ele vigiava, atento às oportunidades. Ele não sabia de onde a ajuda viria, mas se mantinha pronto na porta.

A diferença se tornou clara em uma entrevista de emprego. Gilson finalmente conseguiu uma, mas sua amargura transbordou. Ele falou mal de sua antiga empresa, reclamou da economia, transmitiu uma energia de vítima. Não conseguiu a vaga.

Danilo também enfrentou rejeições. Mas em cada entrevista, ele falava de seus anos na empresa com gratidão pelo que aprendeu. Falava do futuro com um otimismo cauteloso, mas genuíno. Ele não negava a dificuldade da situação, mas sua identidade não estava definida por ela.

Dois meses depois, Danilo recebeu uma oferta. Não era para a mesma posição ou com o mesmo salário de antes. Era um recomeço, em uma empresa menor, mas com uma cultura que ele admirava. Era uma porta.

Ao contar a novidade para sua esposa, ele sentiu uma alegria profunda. Ele havia achado a vida. Não porque havia achado um novo emprego, mas porque, no processo, ele havia encontrado uma resiliência que não sabia que possuía. Havia encontrado a paz em meio à incerteza. Havia encontrado o favor do Senhor, não na forma de uma vida sem problemas, mas na forma de força para atravessá-los.

Certo dia, ele encontrou Gilson no supermercado. Gilson parecia mais velho, abatido.

“Fiquei sabendo do seu emprego novo”, disse Gilson, com uma ponta de inveja. “Você sempre teve mais sorte que eu.”

Danilo olhou para o antigo colega com compaixão.

“Não foi sorte, Gilson”, disse ele, gentilmente. “Nós dois fomos atingidos pela mesma tempestade. A única diferença é que, na escuridão, eu decidi continuar vigiando, esperando a luz da manhã. Você, infelizmente, decidiu fechar a porta.”


(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

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segunda-feira, 9 de março de 2026

A justificação de Jó

Jó estava passando por grande aflição,

As dores eram tantas que desfaleciam o coração.

Alguns amigos vieram a ele para chorar,

Por alguns dias ficaram sem nada falar.

 

Depois do choro e silêncio, Jó se pronunciou,

O dia em que nasceu, ele amaldiçoou.

Para ele não havia sentido viver assim,

Ele achava melhor chegar ao seu fim.

 

Algo agradável, seus amigos tentaram falar,

 As dores de seu amigo, tentavam justificar.

Mas o espírito de Jó, não puderam acalmar.

E Jó falava que diante de Deus, iria se justificar.

 

Aqueles que estavam com Jó, tentavam exortá-lo,

Ele estava tão aflito e não quis considerá-los.

Jó achava que Deus havia vindo para castigá-lo,

E seu sofrimento nunca seria terminado.

 

Depois de discutirem, o Senhor veio falar,

A justificação de Jó, Deus veio contestar.

Dizendo que diante dele ninguém pode se justificar,

E que os desígnios de Deus não podem ser explicados.

A única coisa que resta ao ser humano é aceitá-los.

 

O Senhor questionou a sabedoria de Jó,

Ele não respondeu e se humilhou no pó.

Jó admitiu que a vontade de Deus ele não conhecia,

E seus planos, ele não compreendia.

O Senhor ordenou que fossem sacrificar,

Para que suas culpas pudessem expiar.

A aflição de Jó, o Senhor eliminou,

A riqueza que Jó tinha, Deus dobrou.

Depois disso, muitos dias, Jó viveu,

Velho e cheio de riquezas, ele morreu.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume V.

Veja o livro:

sexta-feira, 6 de março de 2026

Descanso e pecado

“Hoje não, mas amanhã tudo farei,

Um pouco de descanso, logo trabalharei.

Não se preocupe, não precisa se apressar,

Amanhã ou depois, tudo vamos executar.”

 

Estas frases carregam um grave pecado,

Criando brechas para fugir do trabalho.

Estes dizeres destilam a procrastinação,

Envenenam a mente com uma doce ilusão.

 

O corpo é assaltado pela morosidade,

Trabalhando em reduzida velocidade.

E a mente se alegra com a lentidão,

Crendo que isso é paz para o coração.

 

O procrastinador joga fora sua vida,

Desperdiçando cada um dos seus dias.

Negando as grandes dádivas que recebeu,

Rejeitando tudo o que Deus lhe concedeu.

 

Deus deu uma mente espetacular,

Infinitas imaginações ela pode criar.

O Senhor lhe entregou um corpo imponente,

O perfeito complemento para a mente.


O procrastinador desonra o seu Criador,

Despreza o esforço e plano do Senhor.

Esta pessoa vive sem reverência,

Agindo com total e absoluta negligência.

 

A mudança é necessária e inadiável,

A pessoa precisa ser responsável.

Fugindo da preguiça e procrastinação,

Abraçando o esforço e a dedicação.

 

Deus o perdoará e o recompensará,

As fontes de bênçãos, Ele abrirá.

A pessoa viverá o que nunca imaginou,

Tudo acontecerá porque trabalhou.

 

Grandes frutos serão concebidos,

Maravilhosos milagres serão colhidos.

A pobreza passará distante de sua casa,

Pois terá prosperidade e não faltará nada.


Este poema é parte do livro Palavras de fé.

Veja o livro:

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quarta-feira, 4 de março de 2026

O Arquiteto das Marés

Eu, a sabedoria, moro com a prudência, e tenho o conhecimento que vem do bom senso … O Senhor me criou como o princípio de seu caminho, antes das suas obras mais antigas …  Ele ainda não havia feito a terra, nem os campos, nem o pó com o qual formou o mundo … Eu me alegrava com o mundo que ele criou, e a humanidade me dava alegria. Provérbios 8:12, 22, 26, 31

O estaleiro do mestre Francisco cheirava a maresia, madeira e eternidade. Francisco, um homem cujas rugas pareciam o mapa de todos os mares que nunca navegara, passava seus dias em uma dança lenta e deliberada, transformando pranchas de carvalho no esqueleto de um novo barco de pesca.

Seu único visitante constante era Toni, um menino de oito anos com olhos cheios de porquês. Toni não se interessava por brinquedos; ele se interessava pela ordem das coisas.

“Mestre Francisco”, perguntou Toni um dia, enquanto observava o velho artesão encaixar uma caverna com uma precisão milimétrica. “Por que o barco flutua?”

Francisco não parou seu trabalho.

“Porque eu o projetei para isso, meu pequeno. Eu conheço o peso da madeira, a força da água. Sigo um plano. Se eu colocasse as peças de qualquer jeito, ele afundaria.”

O menino ficou em silêncio por um momento, processando.

“É por isso que as nuvens flutuam e as pedras afundam?”, ele perguntou.

Francisco sorriu. Ele amava a mente daquele garoto.

“Exatamente. Deus, o Grande Construtor também tinha um plano. Ele estabeleceu os céus com um entendimento que a gente só consegue imaginar. Cada coisa em seu devido lugar.”

Toni apontou para o mar, que quebrava ritmicamente na praia a poucos metros dali.

“E o mar? Por que ele para ali? Por que não continua e engole tudo?”

Francisco largou o martelo e sentou-se em um banquinho de madeira, convidando o menino a se sentar ao seu lado.

“Ah, essa é uma das minhas partes favoritas da história”, disse o velho. “Quando o Deus desenhou o mundo, a Sabedoria estava com Ele. Como uma arquiteta, uma mestre de obras. Ela estava lá quando Ele firmou as nuvens no alto e fixou as fontes do abismo. E foi ela quem disse ao mar: ‘Daqui você não passará. Aqui se quebrarão suas ondas orgulhosas.’“

Ele falava não como quem recita um dogma, mas como quem conta o segredo de uma grande obra de arte.

“A Sabedoria não é só um monte de regras, Toni. Ela é o equilíbrio. É o design. Ela é a razão pela qual o mundo não é um caos. Ela se deleitava na presença do Construtor, e a alegria deles era tão grande que transbordou e criou tudo o que a gente vê.”

Toni olhou para as próprias mãos pequenas, depois para as mãos calejadas de Francisco.

“Então, quando o senhor constrói o barco, o senhor está usando um pouquinho dessa mesma Sabedoria?”

Os olhos de Francisco brilharam. O menino havia entendido.

“Sim, meu filho. É exatamente isso. Cada vez que um carpinteiro escolhe a madeira certa, cada vez que um agricultor planta na estação correta, cada vez que uma mãe ensina o filho a ser gentil… todos nós estamos usando um fragmento daquela mesma Arquiteta que se alegrava com o Criador no início dos tempos. E o nosso maior prazer”, ele disse, bagunçando o cabelo de Toni, “é ver filhos, como você, aprendendo a admirá-la.”

Toni não entendeu todas as palavras, mas entendeu o sentimento. Ele olhou para o esqueleto do barco, para o mar, para as nuvens. E, pela primeira vez, não viu apenas coisas. Viu um projeto. Um plano magnífico, da menor concha na areia à maior estrela no céu. E, no coração desse projeto, ele sentiu a presença de uma alegria antiga, a mesma alegria que agora sentia ao lado do velho construtor de barcos.


(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 2 de março de 2026

Buscando reconhecimento

Queremos ser reconhecidos,

Desejamos ser aplaudidos,

Ansiamos ser notados,

Queremos ser valorizados.

 

Lutamos para algo acontecer,

Batalhamos para alguém nos reconhecer.

Sonhamos com aquele grande dia,

Quando será importante a nossa vida.

 

Estes desejos são naturais,

Todos querem se sentir especiais,

Sentir que há propósito no que é feito,

Sentir que há algo em que somos perfeitos.

 

No entanto, parece que somos invisíveis,

Parece que somos desprezíveis.

Ninguém nos dá nenhuma atenção,

Ninguém mostra consideração.

 

Tudo o que é feito parece em vão,

Grande é a angústia no coração.

Fizemos o nosso melhor em tudo,

E recebemos a apatia do mundo.


A dor cega nosso entendimento,

Esquecemos quem está nos vendo.

Esquecemos para quem estamos trabalhando,

Não é para um simples ser humano.

 

Estamos trabalhando para o Senhor,

Ele nos vê com imensurável valor.

Ainda que ninguém nos dê atenção,

Deus aplaude nossa dedicação.

 

Deus é testemunha de tudo o que fazemos,

Ele compreende nossos sentimentos.

O Pai nos dará forças para continuar,

E muito mais poderemos executar.

 

Devemos nos acalmar e descansar,

Sabemos quem devemos agradar.

Façamos o nosso melhor pelo Senhor,

Ele derramará sobre nós seu grande amor.


Este poema é parte do livro Palavras de fé.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/4N7vKo

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Uma vida certa

O cristão precisa ter boa moral,

Fazendo tudo certo e evitando o mal.

Todas as coisas corretas, ele precisa fazer,

Assim, um bom testemunho, ele pode ter.


As pessoas vão olhar para ele e dizer:

Nele, as qualidades de Deus, eu posso ver,

Ele é uma pessoa que age diferente,

Ele não engana, não perverte, não mente.


Todos poderão ver a vida do cristão,

Que é uma pessoa com um bom coração,

Uma pessoa que carrega muitos valores,

E que não anda com os enganadores.


As pessoas verão como é a sua vida,

Uma vida que tem como base a bíblia.

Pelas coisas externas, ele não se deixa levar,

Pelas práticas erradas, não se deixa contaminar.

Um bom testemunho, ele sempre terá.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume IV.

Apresentação

Apresentação

Deus abençoe a todos nós. Criei este blog com o intuito de publicar meus poemas inspirados por Deus através de seu Espírito Santo, que age s...