quarta-feira, 8 de abril de 2026

Falsos deuses

Há coisas que as pessoas insistem adorar,

Pode ser uma imagem ou outras coisas...

Adoram inutilmente, pois neles, poder não há.


As imagens têm boca e não podem falar,

Ouvidos e não podem escutar.

Nem espírito vivo para responder.

Ficam sempre paradas e nada podem fazer.


São obras de homens pecadores,

Que as fazem para multiplicar os adoradores,

Em madeira, pedra ou metal,

Elas são feitas para a multiplicação do mal.

Pois há somente um que devemos adorar:

O Senhor Deus!

O nosso clamor, Ele pode escutar,

Somente para Ele devemos orar.

Só o Deus Todo Poderoso pode tudo mudar.


Não busque deuses feitos por humanos,

Eles são somente más obras de homens mundanos.

Eles são uma abominação para o verdadeiro Senhor,

Ele deseja de nós o puro amor e louvor.


Louve somente ao verdadeiro Deus,

Ele nunca vai nos desamparar,

Só Ele pode te salvar e à vida eterna te levar.


Este poema é parte do livro Poesia Cristã volume I.

sábado, 4 de abril de 2026

Retribuição

Alguns praticam o mal sem se preocupar,

Pensam que em suas vidas nada acontecerá.

Em seus corações, as intenções malignas vão brotar,

Vivem maquinando as maldades para praticar.

Executam suas más obras sem se importar.


Este pensamento inconsequente está errado,

Por tudo o que fez, cada um será recompensado.

Nada do que foi feito ficará na impunidade,

O Senhor retribuirá conforme sua verdade.


Aquele que foi bom, com o bem, Deus pagará,

O que praticou maldade, muitos males, receberá.

Essa é a verdadeira justiça vinda do Senhor,

De toda a terra, Deus é o juiz e grande legislador.


Da grande justiça de Deus não há como escapar,

Onde quer que a pessoa esteja, Ele vai alcançar.

Por isso é imprescindível praticar a bondade,

Caso contrário, receberá em sua vida grande maldade.


Antes do Senhor executar o seu juízo,

Ele ainda dá uma oportunidade para cada filho.

Deus diz para seu filho se arrepender e mudar,

Assim, a sua justiça divina Ele vai amenizar.

Mesmo amenizando, a retribuição acontecerá.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume VII.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/4j7Q52

quarta-feira, 1 de abril de 2026

O Reflexo no Espelho

O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é entendimento … Se você for sábio, o benefício será seu; se for zombador, sofrerá as consequências”. Provérbios 9:10,12

Cinco anos se passaram desde o dia da fatídica avaliação de desempenho. Para Adriano, foram anos de crescimento constante. Ele agora era o Diretor de Criação da agência, ocupando a antiga sala de Maurício, que havia se aposentado. Sua sabedoria não era apenas técnica; ele aprendeu que o temor do Senhor, a humildade de reconhecer que não sabia tudo, era o verdadeiro princípio de sua jornada. Ele liderava sua equipe com a mesma abertura e respeito com que aprendeu a receber a crítica. Sua vida era um testemunho silencioso de que a sabedoria que ele buscou era para seu próprio bem, uma fonte de paz e prosperidade.

Ronan, por outro lado, havia se tornado um nômade profissional. Passou por três agências diferentes em cinco anos, deixando um rastro de conflitos e projetos inacabados. Em cada lugar, a história se repetia: um início promissor, seguido pela incapacidade de aceitar críticas, a criação de um ambiente tóxico e, finalmente, uma saída amarga. Ele era o zombador e arrogante, e a conta de sua arrogância estava chegando, pesada e exclusivamente para ele.

O encontro deles aconteceu em um evento da indústria, um daqueles coquetéis barulhentos onde todos usam seus melhores sorrisos e cartões de visita. Adriano estava cercado por jovens designers que o ouviam com admiração. Ronan estava encostado em um canto, sozinho, observando a cena com um copo de uísque na mão e um cinismo familiar no olhar.

“Ora, ora, se não é o grande chefe”, disse Ronan, aproximando-se, a voz carregada de uma ironia que mal escondia a amargura. “Subiu rápido, hein, Adriano? Puxou o saco certo, imagino.”

Adriano se virou, e o sorriso em seu rosto não vacilou. Não havia nele arrogância, apenas uma calma genuína.

“Oi, Ronan. Bom te ver. Como você está?”

A pergunta simples desarmou Ronan. Ele esperava um confronto, uma troca de farpas. Mas Adriano não estava mais naquele jogo.

“Estou bem”, mentiu Ronan. “Abrindo minha própria agência. Cansei de trabalhar para gente incompetente.”

Adriano apenas acenou com a cabeça, sem julgar.

“Desejo sucesso a você.” E com um aperto de mão educado, ele se desculpou e voltou para sua conversa.

O encontro, que durou menos de um minuto, foi o suficiente para abalar Ronan. A paz de Adriano, sua confiança tranquila, era um contraste brutal com a tempestade que existia dentro dele.

Mais tarde, naquela noite, Ronan chegou ao seu apartamento pequeno e bagunçado. A “própria agência” era apenas uma ideia, um blefe para mascarar o fato de que ele havia sido demitido novamente na semana anterior. Ele se olhou no grande espelho da sala, um dos poucos móveis que sobraram de sua época de glória.

E, pela primeira vez, ele não viu o gênio incompreendido. Ele viu um homem de quarenta anos, cansado, solitário e com medo. Ele lembrou-se daquele dia na sala de Maurício. Lembrou-se de Adriano. Todas as desculpas que ele havia construído ao longo dos anos — chefes ruins, colegas invejosos, falta de sorte — desmoronaram.

A verdade o atingiu com a força de um soco. Ninguém havia feito aquilo com ele. Nem Maurício, nem Adriano, nem o “sistema”. Ele, e somente ele, havia suportado o peso de sua própria arrogância. Esta havia sido uma âncora, mantendo-o preso no mesmo lugar enquanto o mundo ao seu redor avançava. Sua recusa em aprender havia sido sua sentença.

O homem no espelho o encarava, e não havia para onde fugir. A sabedoria que Adriano abraçou o havia elevado. A arrogância que Ronan escolheu o havia afundado. E, no silêncio de seu apartamento, ele finalmente entendeu a verdade mais solitária de todas: a colheita de nossas escolhas é intransferível.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

terça-feira, 31 de março de 2026

O amor de Deus

O amor de Deus por todos nós é sensacional!

A nosso favor, Ele age de maneira sobrenatural.

Ele nos ama tanto que, seu filho sacrificou,

Para que todos pudessem conhecer seu amor.


Jesus Cristo veio para fazer a reaproximação,

Com o Espírito Santo tocando cada coração.

Deus faz tudo para que sintamos seu amor,

Ele quer que o reconheçamos como Senhor.


Não é possível exprimir o amor do Senhor!

Pois é tão imenso que foge da nossa compreensão.

É um amor tão profundo que vai direto ao coração.

O sentimento é tão forte que supera toda emoção.


Por mais que escrevesse não é possível explicar,

Com palavras, esse amor não é possível demonstrar.

É um amor que somente o crente pode entender,

Um amor tão forte que faz cada um se constranger.


O constrangimento é um sinal de agradecimento,

Pois sabemos que esse amor, não merecemos.

Foi Deus quem escolheu cada um para amar,

Com seu amor Deus decidiu nos presentear.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume VII.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/4j7Q52

sexta-feira, 27 de março de 2026

Crianças

Todos os dias milhões de crianças recebem muito carinho e amor,

Elas têm boas vidas, vivem felizes, quase nunca sentem dor.

Seus pais são dedicados e fazem tudo o que podem para lhes agradar,

Algumas estão tão bem, que têm tudo o que seu coração desejar.


E no outro lado, há milhões de crianças vivendo na pobreza e miséria,

Passam fome, passam frio, e às vezes, ninguém é responsável por elas.

São crianças que são completamente esquecidas por toda a sociedade,

São crianças que ficam abandonadas e jogadas por toda a cidade.


Este abandono gera consequências para elas e todos ao seu redor,

Elas estão tão necessitadas que fazem de tudo para ter algo melhor.

E nessa busca podem se envolver com pessoas mal-intencionadas,

Que farão coisas ruins, e toda a infância e inocência serão tiradas.


Muitas pessoas olham para essas crianças e só pensam em julgar,

Sem mesmo conhecer, já definem que não são dignas de se ajudar.

Não conseguem enxergar o desejo por trás das ações das crianças,

Não conseguem perceber que elas querem algo novo, uma mudança.


Essas crianças só desejam o mais básico para terem uma vida digna,

Elas desejam ter pais, ter parentes, alguém para chamarem de família.

Essas crianças desejam que alguém as veja e dê a elas a sua atenção,

Elas só desejam receber amor e carinho para aquecer seu coração.


Este poema é parte do livro A vida através das palavras.

quarta-feira, 25 de março de 2026

O Espelho e o Escudo

Não repreenda o zombador, caso contrário ele o odiará; repreenda o sábio, e ele o amará. Instrua o homem sábio, e ele será ainda mais sábio; ensine o homem justo, e ele aumentará o seu saber. Provérbios 9:8-9

A avaliação de desempenho semestral era um ritual temido na agência. Maurício, o diretor de criação, era conhecido por sua franqueza brutal. Naquele dia, ele chamou à sua sala dois de seus jovens designers mais promissores: Ronan e Adriano. Ambos haviam trabalhado no mesmo projeto, e o feedback seria sobre o mesmo conjunto de falhas.

Ronan entrou primeiro. Ele era talentoso, mas arrogante. Via a si mesmo como um gênio incompreendido. Maurício foi direto, apontando as inconsistências no design de Ronan, a falta de atenção aos detalhes do briefing, os prazos perdidos.

“Isso não é justo!”, Ronan reagiu, a defensiva se transformando em agressão. “A culpa foi do briefing que não era claro! E o Adriano não me ajudou o suficiente!”

Ele usou a crítica como um escudo, rebatendo cada ponto com uma desculpa ou uma acusação. Ele era o zombador.

“Ronan”, disse Maurício, a paciência já indo embora, “estou tentando te ajudar a crescer.”

“Eu não preciso desse tipo de ajuda”, retrucou Ronan. “Se você não consegue ver o valor do meu trabalho, talvez eu esteja no lugar errado.”

Ele saiu da sala batendo a porta, deixando para trás um clima de hostilidade. Maurício suspirou. Ele havia tentado repreender o arrogante e aquilo virou uma afronta. Ronan, em vez de aprender, passou o resto do dia reclamando com os colegas, odiando Maurício por ter ousado criticá-lo.

Em seguida, foi a vez de Adriano. Ele entrou na sala nervoso, mas com uma postura aberta. Ele sabia que o projeto não havia sido seu melhor trabalho.

Maurício repetiu a mesma crítica, ponto por ponto. Adriano ouviu em silêncio, o rosto concentrado. Ele não interrompeu. Ele não deu desculpas. Ele usou o feedback como um espelho, forçando-se a enxergar as falhas que seu orgulho tentava esconder.

Quando Maurício terminou, Adriano respirou fundo.

“Obrigado, Maurício”, disse ele, a voz sincera. “Eu precisava ouvir isso. Onde você acha que eu poderia ter focado mais? Você tem algum conselho sobre como posso organizar melhor meu processo para evitar esses erros no futuro?”

Ele era o sábio. A repreensão não o diminuiu; o instruiu.

Maurício se recostou na cadeira, surpreso e impressionado. O que havia sido uma confrontação com Ronan se tornou uma sessão de mentoria com Adriano. Eles passaram a próxima hora conversando, desenhando novas estratégias em um quadro branco. Adriano saiu da sala não com raiva, mas com gratidão. Ele havia sido repreendido, e por isso, passou a amar e respeitar ainda mais seu diretor.

Nos meses seguintes, as trajetórias dos dois se tornaram um estudo de caso.

Ronan, amargurado, se isolou. Seu trabalho se tornou desleixado, sua atitude, tóxica. Ele via conspirações em toda parte, acreditando que Maurício estava “pegando no seu pé”. Eventualmente, ele pediu demissão, culpando a “cultura da agência” por seu fracasso.

Adriano, por outro lado, floresceu. Ele aplicou cada conselho. Tornou-se mais organizado, mais colaborativo, mais sábio. Passou a pedir feedback proativamente. Ele e Maurício desenvolveram uma relação de profundo respeito mútuo. Um ano depois, quando uma vaga de liderança de equipe foi aberta, a escolha foi óbvia.

Adriano aprendeu, na prática, que a crítica não é o que nos define. A forma como reagimos a ela, sim. Para o arrogante, ela é um insulto que gera ódio. Para o sábio, ela é um presente que gera amor e o torna ainda mais sábio.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 23 de março de 2026

Sobrecarregados

Algumas vezes sentimos uma pressão vinda de todos os lados,

É como se estivéssemos sendo oprimidos e bastante apertados.

Parece que tudo ao nosso redor vem para nos esmagar,

É como se tudo estivesse indo contra, com força para sufocar.


As pressões podem vir da família, trabalho, escola, de todo lugar,

Tudo parece tão apertado, que nem mais conseguimos pensar.

Ficamos desesperados, buscando algum modo para respirar,

Em certos momentos é tanto aperto, que parece que vai nos matar.


Olhamos para os lados e parece que não há saída para a situação,

A luta já é tão pesada, que não há nenhuma esperança no coração.

Até mesmo aqueles que outrora diziam que poderiam nos ajudar,

Fogem depressa porque nunca quiseram realmente nos aliviar.


Ficamos sozinhos, olhando de um lado para o outro,

Buscando qualquer sinal de esperança, buscando um conforto.

Buscamos alguém que a nossa carga possa aliviar,

Alguém que nos ajude a seguir em frente e a tudo suportar.


A única pessoa que pode nos ajudar a suportar tudo é Jesus Cristo,

Ele é aquele que em todos os momentos pode nos dar o seu alívio.

Jesus nos abraça, dá a mão e toma todos nossos fardos e aflições,

Jesus consola e sempre dá um grande descanso aos nossos corações.


Este poema é parte do livro A vida através das palavras.

Apresentação

Apresentação

Deus abençoe a todos nós. Criei este blog com o intuito de publicar meus poemas inspirados por Deus através de seu Espírito Santo, que age s...