sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Meu jardim

Tenho um precioso jardim para cuidar

Um espaço pessoal onde devo trabalhar.

Meu coração é um solo muito especial

Onde podem ser semeados o bem ou mal.

 

O jardim floresce quando o bem é semeado

O amor e a esperança brotam por todos os lados.

A bondade se espalha por todas as direções

Há excelentes frutos nas árvores das emoções.

 

Olho o jardim e vejo sua sublime perfeição

Sinto paz de espírito e alegria no coração.

Uma torrente de bênçãos está sendo derramada

A chuva vinda de Deus faz a terra ser renovada.

 

No entanto, alguns intrusos podem aparecer

Nas trevas e sombras eles tentam se esconder.

São os inimigos do jardim da minha vida

Desejam que a minha felicidade seja destruída.

 

Pisam e cortam as plantas, e espalham a maldade

Tentam exaustivamente matar a felicidade.

Querem que toda a bondade seja arrancada

Querem ver a terra seca, sem vida, sem nada.


Muitos destes inimigos chegaram disfarçados

Disseram que auxiliariam no meu trabalho.

Prometeram que sempre estariam comigo

Prometeram que seriam meus melhores amigos.

 

Eles foram enviados pelo maligno, o destruidor

Aquele que é o grande inimigo do Senhor.

Ele não pode ver o bem em nenhum lugar

Que logo envia os seus servos para perturbar.

 

Maior que o inimigo do jardim é o seu Criador

Maior que a maldade é a bondade do Senhor.

Ainda que o inimigo envie todo o seu exército

Diante de Deus, eles não são mais do que insetos.

 

O Senhor expulsará todo o mal do meu jardim

Nenhuma praga terá forças contra mim.

Deus cuidará do meu coração todos os dias

Mostrando sua infinita bondade sobre minha vida.


Este poema é parte do livro Palavras de fé.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/4N7vKo

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

A Árvore no Quintal

Como é feliz o homem que acha a sabedoria, o homem que obtém entendimento … É mais preciosa do que rubis; nada do que você possa desejar se compara a ela … A sabedoria é árvore que dá vida a quem a abraça; quem a ela se apega será abençoado. Provérbios 3:13, 15, 18

Quando o velho Isaque faleceu, deixou para seus dois netos, Miguel e Gabriel, uma herança peculiar. Para Miguel, o mais velho, um pragmático corretor da bolsa de valores, ele deixou sua carteira de ações, um patrimônio sólido acumulado ao longo de décadas. Para Gabriel, um professor de história com mais livros do que dinheiro, ele deixou a velha casa da família e um bilhete.

O bilhete dizia: “Meu filho, para você deixo o maior tesouro. No quintal, você encontrará a árvore da vida. Cuide dela, e ela cuidará de você.”

Miguel riu ao saber da partilha.

“O vovô sempre foi poético”, disse ele, enquanto seu aplicativo já calculava os dividendos das ações. “Você ficou com um terreno velho e uma metáfora. Eu fiquei com o futuro.”

Gabriel, no entanto, conhecia o avô. Ele sabia que suas palavras nunca eram vazias. Mudou-se para a casa antiga, um lugar simples, mas cheio de memórias. No quintal dos fundos, havia um magnífico e antigo carvalho. Suas raízes estufavam a terra e sua copa parecia tocar o céu. Gabriel entendeu. Aquela era a “árvore da vida”.

Enquanto Miguel mergulhava no frenesi do mercado financeiro, Gabriel mergulhava nos livros e diários que encontrou na biblioteca do avô. Eram volumes de história, filosofia, teologia e, principalmente, as anotações pessoais de Isaque em suas Bíblias. Cada livro lido, cada reflexão do avô decifrada, era como regar as raízes daquela árvore. Ele não estava buscando riqueza; estava buscando sabedoria.

Os anos passaram. Miguel multiplicou seu patrimônio. Tornou-se imensamente rico, um nome respeitado em colunas sociais. Mas sua vida era um vendaval. Casamentos desfeitos, amizades interesseiras, um vazio que nem o apartamento mais caro conseguia preencher. A busca incessante por mais prata e rubis o havia deixado ansioso e solitário. Seus caminhos eram os de um homem rico, mas não os de um homem em paz.

Gabriel, por sua vez, floresceu sob a sombra do carvalho. A sabedoria que adquiriu não o tornou rico, mas próspero. Ele aprendeu com o avô a arte de ouvir, a importância do perdão, o valor da comunidade. Tornou-se o conselheiro não oficial da vizinhança. Seus alunos o adoravam, não apenas por suas aulas de história, mas por suas lições de vida. Ele se casou, teve filhos, e sua casa, embora simples, estava sempre cheia de risadas e amigos. Seus caminhos eram agradáveis e cheios de paz.

A crise financeira de 2029 atingiu o mercado como um furacão. Miguel, que havia apostado tudo em investimentos de alto risco, perdeu quase tudo. O castelo de cartas desmoronou. Sozinho e quebrado, ele dirigiu até a única propriedade que a família ainda tinha: a velha casa do avô.

Ele encontrou Gabriel sentado sob o carvalho, lendo para seus filhos. O lugar irradiava uma paz que Miguel não sentia há décadas.

“Você estava certo, Biel”, disse Miguel, a voz embargada pela derrota. “O vovô te deu o verdadeiro tesouro. Eu corri atrás do vento e fiquei sem nada.”

Gabriel fechou o livro e olhou para o irmão com compaixão.

“Você não ficou sem nada, Miguel. Você ainda tem a nós.” Ele apontou para a casa. “Há um quarto de hóspedes te esperando. O que eu tenho, eu divido com você.”

Naquela tarde, enquanto observava seus sobrinhos brincarem, Miguel finalmente entendeu o bilhete do avô. A “árvore da vida” não era o carvalho. Era a sabedoria que o avô havia plantado e que Gabriel havia cultivado. Uma sabedoria que produzia frutos que o dinheiro não podia comprar: contentamento, relacionamentos sólidos, paz de espírito e, acima de tudo, um porto seguro para um irmão naufragado.

Ele havia perdido seus rubis, mas seu irmão lhe oferecia algo infinitamente mais precioso. Ele estava sendo convidado a descansar sob a sombra da verdadeira árvore da vida.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Sem desculpas

“Eu não posso! Eu não consigo!

Todas as coisas estão contra mim!

Todas as pessoas me odeiam.

Ninguém quer me ajudar.”

 

Estas palavras mostram infantilidade

E estão carregadas de autopiedade.

A pessoa decidiu como as coisas são

E acredita em sua imaginação.

 

Estes pensamentos limitam suas ações

Estas crenças afetam suas decisões.

A pessoa não vê nenhuma saída

Ela aceitou que sua vida é sofrida.

 

Esta infeliz situação deve mudar imediatamente

A pessoa deve trocar o repertório em sua mente.

O crescimento e o sucesso, ela deve buscar

Por todos os seus sonhos, ela deve lutar.

 

É o momento de assumir responsabilidades

Esta é a única maneira de mudar a realidade.

Não há propósito em ficar parado e se lamentando

Não há sucesso quando alguém está se rebaixando.


A pessoa deve parar com qualquer desculpa

Deve se levantar e ir bravamente à luta.

Está é a única maneira de evoluir

A única maneira para algo conseguir.

 

Durante a luta, a ajuda será necessária

A pessoa precisará de alguém para acompanhá-la.

Há somente um que é forte o suficiente

Há somente um que a fará seguir em frente.

 

Somente o Senhor Deus poderá ajudá-la

Somente o Senhor poderá fortificá-la.

Com a ajuda de Deus tudo será superado

Um caráter vitorioso será forjado.

 

Nunca mais serão ditas palavras depressivas

Aquilo estará morto, parecerá outra vida.

Haverá confiança e proteção do Senhor

Ainda que haja lutas, haverá o seu favor.


Este poema é parte do livro Palavras de fé.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/4N7vKo

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Os pecados de Israel

Por muito tempo a nação de Israel pecou,

Andaram em pecado, esquecendo-se do Senhor.

Contra Deus, fizeram o que era errado,

Fazendo novos altares em todos os lados.

 

O povo construiu todo tipo de estátua,

Queimavam incenso em toda mata.

Faziam tudo o que Deus havia proibido,

Seguindo todo tipo de deus e ídolo.

 

Todo aquele povo o Senhor advertiu,

Mas o conselho dos profetas, ninguém ouviu.

Eles seguiram fazendo como outras nações,

Vivendo o tempo todo praticando abominações.

 

O povo fez muitas imagens de fundição,

Queimou seus filhos praticando abominação.

Acreditavam em agouros e adivinhação.

Colocando grandes pecados no coração.

 

Até mesmo a tribo de Judá também pecou,

O Senhor muito se irou e de todos se afastou,

Todo o povo de Israel foi levado ao cativeiro,

Pagando pelos grandes pecados que cometeram.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume IV.

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

O Desvio Necessário

Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, assim como o pai faz ao filho de quem deseja o bem. Provérbios 3:11-12

André tinha um plano. Um plano perfeito, meticulosamente desenhado em sua mente e em suas planilhas. Ele se formaria com honras em arquitetura, conseguiria uma vaga no renomado escritório “Souza & Pires”, casaria com sua namorada, Júlia, e, aos trinta anos, teria seu próprio escritório e uma vida confortável. Era um bom plano. E, como um cristão dedicado, ele o apresentava a Deus em suas orações, não como um pedido, mas quase como um comunicado.

A primeira “correção” veio na forma de um e-mail. A vaga na Souza & Pires, a vaga dos seus sonhos, para a qual ele era o candidato mais qualificado, foi dada a outro. André ficou chocado, depois furioso.

“Senhor, isso não faz sentido!”, ele orou, a frustração transbordando. “Eu fiz tudo certo!” Ele rejeitou a porta fechada, vendo-a não como um redirecionamento, mas como um erro divino.

Aborrecido, ele aceitou uma vaga em um escritório pequeno e sem prestígio, que trabalhava principalmente com projetos de reforma para comunidades de baixa renda. Ele se sentia um fracassado, um talento desperdiçado em projetos “menores”.

A segunda “repreensão” foi ainda mais dolorosa. Após o noivado, Júlia começou a se distanciar. As conversas sobre o futuro se tornaram tensas. Ela o amava, dizia, mas não compartilhava de sua fé.

“André, eu não posso ser a mulher que vai liderar um grupo de casais na sua igreja”, ela confessou, finalmente. “Não me vejo no seu futuro.” O rompimento o deixou devastado. Ele se sentiu abandonado, por ela e por Deus.

Seu plano estava em ruínas. A vida que ele havia projetado com tanto cuidado havia sido demolida. Ele se encheu de amargura, sentindo-se como um filho injustiçado por um Pai que não o ouvia.

Foi seu próprio pai, um homem de poucas palavras e muita sabedoria, quem lhe deu uma nova perspectiva. 

“Filho”, disse ele, numa tarde de domingo, “às vezes, a gente pede a Deus para nos guiar, mas só aceitamos a orientação se ela nos levar para o destino que a gente já escolheu. O amor de um pai não é dar ao filho tudo o que ele quer. Às vezes, o maior ato de amor é dizer ‘não’ para protegê-lo de um caminho que ele não consegue ver que é perigoso.”

As palavras fincaram raízes no coração ferido de André. Ele começou a olhar para suas frustrações não mais como rejeições, mas talvez como… disciplina.

No seu trabalho “menor”, ele descobriu uma paixão que não conhecia. Projetar espaços funcionais e dignos para pessoas que nunca poderiam pagar por um arquiteto lhe trouxe um senso de propósito que nenhum arranha-céu de vidro jamais lhe daria. Ele aprendeu a ouvir as pessoas, a entender suas necessidades reais. Estava se tornando um arquiteto melhor e um homem melhor.

Meses depois, na sua igreja, ele conheceu Patrícia. Ela era voluntária no mesmo projeto comunitário em que ele estava trabalhando. A conexão foi instantânea, construída sobre uma base de fé compartilhada e um amor genuíno por servir. Com Patrícia, ele não precisava explicar sua fé; ele a vivia junto com ela.

Uma noite, anos mais tarde, André estava em sua casa, ajudando seu filho a montar um quebra-cabeça. Ele era dono de um escritório de arquitetura socialmente consciente, casado com Patrícia e mais feliz do que jamais imaginara ser possível.

Naquele dia, ele soube que a Souza & Pires havia entrado com um pedido de falência, envolvida em um grande escândalo de corrupção. Ele também soube que Júlia havia se casado, mas que seu casamento passava por sérias dificuldades.

Ele olhou para a sua vida. Não era o plano perfeito que ele havia desenhado. Era algo infinitamente melhor. Cada porta fechada, cada “não” doloroso, cada desvio inesperado havia sido, na verdade, a mão de um Pai amoroso o corrigindo, o repreendendo, o protegendo.

Ele finalmente entendeu. A disciplina do Senhor não era uma punição, era um resgate. E ele, como um filho a quem Deus queria bem, foi amado o suficiente para ter seu caminho radicalmente alterado, para ser guiado não para a vida que ele queria, mas para a vida que ele precisava.

(Feito com IA)

Este conto é parte do meu livro Sabedoria Diária

https://books2read.com/u/baOx5v

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Abominação em Israel

Alguns reis de Israel fizeram a nação pecar,

Os seus ídolos abomináveis, eles foram adorar.

Não se lembravam do Deus de Israel,

Não se lembravam do verdadeiro Deus dos Céus.

 

Todos sacrificavam e queimavam incenso,

A idolatria naquela terra era um consenso.

Ela tinha início a partir da casa real,

O rei era o primeiro a praticar o mal.

 

Aquele era um tempo de grande tribulação,

Todos os povos em redor invadiam a nação.

Muitos tesouros antigos foram roubados,

Os locais que eram santos foram profanados.

 

Todo esse mal era permitido pelo Senhor,

Contra o seu povo, Deus muito se irou.

Cada um andava pelo seu próprio caminho,

Cada um buscava adorar o seu ídolo.

 

Os enviados por Deus eram desacreditados,

Sempre que surgia um profeta, tentavam matá-lo.

Praticamente ninguém queria voltar ao Senhor,

Todos preferiam aqueles deuses sem amor.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume IV.

sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Oportunidade de perdão

O Senhor sempre dá oportunidade para a salvação,

Quando pecam, o seu enviado chamará sua atenção.

Os enviados de Deus avisam sobre a transgressão,

Deus quer arrependimento e mudança no coração.


O Senhor quer perdoar os arrependidos com sinceridade,

Deus quer receber os que buscam o caminho da verdade.

O Senhor deseja que muitos sejam participantes da salvação,

Deus está pronto para esquecer os pecados de qualquer nação.


Pois para Deus não há nenhum tipo de favoritismo de pessoas,

Ele perdoa tanto a que foi má, quanto a que foi boa.

Diante de Deus, até o mais perfeito é pura maldade,

Ninguém conseguiria o perdão de Deus por sua própria bondade.


Deus é misericordiosíssimo para perdoar os filhos amados,

Mesmo não sendo merecedores, o Senhor esquece os pecados.

Ele traz vida nova onde reinava a morte e a perdição,

Deus concede a seus filhos a grandiosíssima graça do perdão.


Após perdoar, o Senhor quer que seus filhos não pequem mais,

Ele deu a todos uma vida nova para não voltarem para trás.

O Senhor espera ter com seus filhos uma grande amizade,

Sendo melhores amigos para que juntos morem na eternidade.


Esta poesia é parte do livro Poesia Cristã volume VI.

Veja o livro:

https://books2read.com/u/bWAaeq

Apresentação

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Deus abençoe a todos nós. Criei este blog com o intuito de publicar meus poemas inspirados por Deus através de seu Espírito Santo, que age s...